Pescadores, cabaneros y feriantes: nuevas percepciones sobre la actividad turística en la Bahía de Camamu

  • Djaneide Silva Argolo
  • Natanael Reis Bomfim
Palabras clave: Bahía de Camamu, Turismo, Sostenibilidad, percepcion

Resumen

Este artículo tiene como objetivo comprender el proceso de ressignificación socioespacial de la Bahía de Camamu – Bahía – Brasil, a través de la inserción de la actividad turística, con el fin de presentar estrategias para la planificación sostenible del turismo. Se entiende que el turismo, como actividad económica y como fenómeno social, aporta impactos sociales, culturales y ambientales, negativos y/ o positivos (Bomfim,2006; Días;2003; Yazigi, 2008). En esa perspectiva, entender la percepción de los actores principales, sobre la producción del lugar turístico, la Bahía de Camamu es buscar pistas que puedan permitir la planificación sostenible del turismo. Para ello se utiliza un enfoque metodológico cualitativo/interpretativo. Los resultados indican que la resignificación del espacio de la Bahía de Camamu, por los pescadores, jinetes y ferias, pasa por la percepción afectiva de los mes- mos, en la medida en que las transformaciones en las dimensiones ambientales, sociales y culturales implican una relación de alteridad entre estos sujetos y los visitantes. En ese sentido, una planificación participativa puede dirigir acciones hacia una sostenibilidad de la actividad turística.

Biografía del autor/a

Djaneide Silva Argolo

Mestra em Cultura e Turismo pela Universidade Estadual de Santa Cruz. Professora da Universidade Estadual de Santa Cruz – Curso de Historia.

Natanael Reis Bomfim

Doutor em Educação pela Universidade do Quebec em Montreal. Professor Adjunto da Universidade Estadual de Santa Cruz, atuando no Programa de Mestrado de Cultura e Turismo na Disciplina Planejamento Susten- tável do Turismo e no Curso de Bacharelado e Licenciatura em Geografia, na Disciplina Cartografia.

Citas

Alves-Mazzotti, A. J.; Gewandszjder, F. 2001 O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e pesquisa qualitativa. 2. ed. São Paulo: Pioneira.

Barreto, M. 2003. O imprescindivel aporte das Ciências Sociais para o planejamento e Compreensão do Turismo. Horizontes Antropológicos. Porto Alegre, ano 9, n. 20, p.15-29, Outubro. Becker, K. B. 1998 Políticas e planejamento do turismo no Brasil. In: YÁZIGI, E. (Org.) Turismo, espaço, paisagem e cul- tura 3 ed. São Paulo: Hucitec.

Bleicher, J. 1992. Hermenêutica contemporânea. Lisboa: Edições 70, Publicado originalmente como: Contemporary hermeneutics as methods philosophy and critiques. Routege e Kegan Paul. London.

Bomfim, N. R. 2000 Noção social do território: Em busca de um concei- to didático em Geografia..A territorialidade. Ilhéus: Editus.

Bomfim, N. R. 2006, Uma perspectiva educacional da relação entre cultura e ambiente. In: 2006 Encontro de geografia da unicsul, PP.18-26 2ed. São Paulo. Anais... São Paulo: UNICSUL.

BRANDÃO, M. A. 1998 Recôncavo da Bahia – Sociedade e economia em transição. Salvador: Fundação Casa de Jorge Ama- do.

Canclini, G. N. 2006.Culturas híbridas: estratégias para entrar e sair da modernidade. Tradução Ana R. Lessa & Heloísa P. Cintrão. 3 ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo.

Castro, C. A. P. 2002 Sociologia aplicada ao turismo. São Paulo: Atlas.

Certeau, M. 1994 Artes de fazer: a invenção do cotidiano. 16 ed. Tra- dução de Ephraim F. Alves. Petrópolis: Editora Vozes.

Coriolano, L. N. M. T; Silva, S. C. B. M; Conceição, H.R. da.2006 Turismo e geografia: abordagens críticas. Forta- leza: Editora UECE.

Demo, P. 1995 Metodologia científica em Ciências Sociais. São Paulo: Atlas.

Dencker, A. de F. 2004 Métodos e técnicas da pesquisa em turismo. São Paulo: Futura.

Dias, R, 2003 Turismo sustentável e meio ambiente. São Paulo: Atlas.

Dias, R. 2003. Planejamento do turismo: política e desenvolvi- mento do turismo no Brasil. São Paulo: Atlas.

Ferrara, L. D’A. 2002 O turismo dos deslocamentos virtuais. In: YÁZIGI, E. (Org.). Turismo, espaço, paisagem e cultura. São Paulo: Hucitec.

Filho F. D. A. 2000 .Impactos ambientais e gestão ambiental: co- mentários para debate. Ciência Geográfica, v.1,n15 (pp.11-24) Bauru.

Gastal S.; Gomes, M. S. 2005. O Jornal da Globo e as Representações Sociais do Turismo. Sociedade Brasileira de Estudos Interdisci- plinares em Comunicação, XXXVIII Congresso Bra- sileiro de Ciências da Comunicação. UERJ, 5 a 9 de setembro de 2005.

Geertz, C. 1989 .A interpretação das culturas. Tradução de Lucari- ni J. 3ed. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara.

Hall, S. 2001 .A identidade cultural na pós modernidade. Tra- dução de .Thomaz T. Silva & Guacira L. Louro.3 ed. Rio de Janeiro: DF&A.

Husserl, E. 1986. A idéia da fenomenologia. Tradução de Artur Mourão. Lisboa: Edições 70. Lakatos, E. M.; Marconi, M. A. 2002. Técnicas de pesquisa. Planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisas,análise e interpretação de dados 5

Laraia, R. de B. 2004. Cultura: um conceito antropológico. Rio de Janeiro

Merleau-Ponty. M. 1999. Fenomenologia da percepção. São Paulo: Martins Fontes.

Moesch, M. 2000. A produção do saber turístico. p.9 2ed.Sãp Paulo. Contexto.

Organização Mundial Do Turismo. 2003. Turismo internacional: uma perspectiva global. Tradução de Roberto Cataldo Costa. 2. ed. Porto Alegre: Bookmann.

Organização Mundial Do Turismo. 1993 .Desenvolvimento do turismo sustentável: manual para organizadores locais. Madrid: OMT.

Organização Mundial Do Turismo. 1998 .Introducción al turismo. Madrid: OMT.

Ricoeur, P. 1990.Interpretações e ideologias.Tradução Hilton Ja- piassu. 2ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves.

Santos, M. 1996 A natureza do espaço: técnica e tempo; razão e emoção. São Paulo: Hucitec, p.43.

Santos, M. 1986 .Por uma nova geografia. São Paulo: Hucitec.

Savoie-Zajc L.; Karsent, T. 2001 .Introduction à la recherché en education. Quebec 2ed.Editions du CRP.

Thompson, E. P. 1998 Costumes em comum: estudo sobre a cultura po- pular tradicional. Tradução de Rosaura Eichemberg 7.ed. São Paulo: Companhia das Letras.

Trigo, L. G. G. 2000 Turismo e qualidade: tendências contemporâneas. Campinas:Ed. Papirus.

Tuan, Y-Fu. 1979 Topofilia: um estudo de percepção, atitudes e valores do meio ambiente.Trad. Lívia de Oliveira.5ed. São Paulo.Difel.

Yázigi, E. 1998 Vandalismo, paisagem e turismo no Brasil. In: YÁ- ZIGI, E. (Org.).Turismo, espaço, paisagem e cultura 3 ed. São Paulo: Hucitec.

Publicado
2011-10-16
Cómo citar
Silva Argolo, D., & Reis Bomfim, N. (2011). Pescadores, cabaneros y feriantes: nuevas percepciones sobre la actividad turística en la Bahía de Camamu. PASOS Revista De Turismo Y Patrimonio Cultural, 9(04), 573-583. https://doi.org/10.25145/j.pasos.2011.09.055